30 de mai. de 2011
Termogênicos contribuem com o emagrecimento:
19 de mai. de 2011
OS DEZ ALIMENTOS + SAUDÁVEIS DO MUNDO
11 de mai. de 2011
Dieta radical engorda!
6 de mai. de 2011
Alimentação da Criança no 1º ano
Depois de soprar a primeira velinha, é provável que seu filho fique mais interessado em aprender a andar do que em comer. Assim, seu interesse pela comida despenca. Ele está ocupado demais para desperdiçar um tempo enorme comendo. Mas isso é normal. O ritmo de crescimento da criança diminui no segundo ano e seu apetite acompanha essa queda. Não se preocupe. A gordura adicional que ela acumulou no primeiro ano serve de combustível para toda essa movimentação. No entanto, nessa idade elas precisam de energia para se manter de pé. Uma criança de um aninho pode ficar rapidamente sem combustível, tornando-se agitada e irritada. O ideal é que ela faça cinco ou seis pequenas refeições durante o dia, inclusive dois ou três lanches saudáveis. Alimente seu filho com pequenas porções, colocando mais comida no prato assim que ele terminar. Um prato muito cheio é um convite à desistência e à bagunça.
Sem tempo para comer...Como é difícil fazê-la parar. Cada mordida é uma vitória para uma criança nessa fase. As calorias em alimentos sem grande valor nutritivo, como biscoitos, doces e sucos, são um desperdício do tempo e do apetite da criança.
Ofereça alimentos nutritivos durante as refeições regulares, mas não force a criança a comer. Crianças pequenas que dizem o quanto basta, desenvolvem hábitos alimentares mais saudáveis depois de adultas. Cabe a você oferecer alimento saudável e atraente regularmente. Cabe a ela decidir se quer ou não comer.
Fazer com que se sente à mesa na hora das refeições, por menos que coma, é importante para ensiná-la a hora em que elas são servidas. Nessa idade, a criança adora comer à mesa, com a família. Este é o momento perfeito para que ela aprenda a se socializar e para você ensiná-la a comportar-se à mesa. Se a criança resistir ou começar a jogar a comida para fora do prato, é porque já está satisfeita. Deixe-a sentada, dê um livro para ver, mas não ofereça mais comida, pois isso inicia uma batalha na qual você jamais sairá vencedora.
A grande bagunça... Seu filho aprende muito quando "brinca" com a comida. Deixar a comida cair no chão, amassá-la entre os dedos e esfregá-la na mesa são maneiras de conhecer os alimentos e de aprender a gostar deles. Ele provavelmente ainda não sabe usar a colher direito. Não importa, dê-lhe uma colher. Nessa idade, a criança quer comer sozinha e você deve estimulá-la, por maior que seja a bagunça. Nessa fase, a criança também está aprendendo a usar o copo: mais uma vez, bagunça à vista! A melhor opção é aprender a conviver com a bagunça usando e vestindo materiais fáceis de limpar.
Dicas para as refeições... Se o seu filho só quiser comer macarrão, por exemplo, procure o nutricionista. Talvez seja necessário dar-lhe uma vitamina. Em geral, as crianças não precisam tomar vitaminas, mas se seu filho realmente se recusa a comer, a administração de uma vitamina talvez o faça se sentir melhor. Não dê vitaminas de adultos, elas podem ser tóxicas para crianças.
Comer no lugar certo... Criar bons hábitos alimentares é sinônimo de comer sempre no mesmo lugar, como o cadeirão, na cozinha. Não é sinônimo de comer na frente da televisão, no quarto ou andando pela casa. A criança que come andando corre o risco de engasgar.
27 de abr. de 2011
Fibras ajudam a emagrecer!
Elas estão ocultas na consistência crocante de uma cenoura e no sabor levemente adocicado de uma maçã. Na soja e na lentilha, aparecem aos montes. E ainda emprestam suas qualidades ao arroz integral, à aveia, à linhaça e às folhas. Diferentemente de micronutrientes como a vitamina C, que dá aos alimentos um toque cítrico, as fibras não alteram o sabor da comida — interferem muito mais na textura.
Você certamente já ouviu falar dos seus benefícios, especialmente para o bom funcionamento do intestino. Agora a ciência acaba de revelar outro megafavor que as fibras prestam à nossa saúde: ajudam a esvaziar pneus do abdômen. “Quanto maior o consumo de fibras, menor o acúmulo de gordura visceral, que fica entre o intestino e outros órgãos abdominais”, garante Jaimie Davis, professora do Departamento de Medicina Preventiva na Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos. A constatação vem de um estudo que ela acaba de apresentar na China, no I Congresso Internacional de Obesidade Abdominal.
Já Huaidong Du, cientista do Instituto Nacional de Saúde Pública e Meio Ambiente, na Holanda, fez outro trabalho que confirma a relação entre as fibras e a circunferência abdominal. “Consumir mais de 10 gramas por dia durante um ano reduz um pouco menos de 1 centímetro de barriga”, conta. Essas são duas novíssimas evidências do elo entre o consumo de fibras e a eliminação do tecido adiposo — tanto aquele escondido entre os órgãos como o que impede que o botão da calça se feche. Para desvendar o complexo mecanismo por trás da redução da barriga, no entanto, é preciso entender todas as benfeitorias que elas realizam corpo adentro. A partir de agora, você abocanhará uma cenoura ou uma maçã com muito mais satisfação.
Acompanhe o raciocínio da nutricionista Ana Maria Pita Lottenberg, do Hospital das Clínicas de São Paulo: “Pessoas que consomem mais alimentos ricos em fibras tendem a ingerir menos gorduras e calorias, o que leva a um controle do peso e, consequentemente, à redução da circunferência abdominal”. Mas a explicação — que provavelmente você já ouviu antes — não é a única para justificar o fato de elas murcharem os pneus...
...As fibras formam uma goma em contato com água e tornam a digestão mais lenta, fazendo com que o açúcar seja absorvido de maneira gradual. E por que isso é bom? Ora, se não fosse assim, o organismo produziria mais insulina, o hormônio que coloca a glicose dentro das células. E, em excesso, ele favorece o estoque de gordura na região do abdômen — sem falar que libera o caminho para que o diabete se instale.
Da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, vem a prova de que a versão solúvel é capaz, também, de melhorar o sistema imunológico. “As fibras solúveis transformam células de defesa pró-inflamatórias em anti-inflamatórias”, detalha Gregory Freund, professor de patologia da instituição. Há quem atribua essa ação a um tipo específico delas, as chamadas de prebióticas — como a inulina e os fruto-oligossacarídeos. “Elas estimulam o crescimento de bactérias benéficas na flora intestinal e bloqueiam a atividade dos micro-organismos danosos”, afirma Eline Soriano, da Associação Brasileira de Nutrologia.
14 de abr. de 2011
Benefícios do Chocolate
No entanto, os benefícios só ocorrem com o consumo do chocolate amargo, que possui o mais alto índice de cacau na sua composição e menor teor de gordura!
Pesquisas recentes indicam que o consumo de 6,3 gramas, + ou - 30 calorias, pode ajudar na queda da pressão arterial, sem alterar o peso ou as taxas de açúcar e gordura na circulação. O segredo estaria na alta concentração de certos flavonóides, como as catequinas, que elevam a produção de óxido nítrico, um vasodilatador natural.
Outra pesquisa, realizada na Universidade de Barcelona, se focou na ação do cacau no sistema imunológico. Os estudos em ratos jovens demonstraram um aumento nas células de defesa, guardiãs contra vírus e bactérias. Também há indícios de que o cacau protegeria os neurônios dos efeitos dos radicais livres.
Além disso, o chocolate amargo favorece o humor, pois contém substâncias que estabilizam as anandamidas, que produzem bem-estar, além de conter aminoácidos que são precursores da noradrenalina e da dopamina, que nos dão a sensação de andar nas nuvens!!!